Caos interior


Seus mares são violentos
Seus ventos, devastadores
As tempestades o desmoronam por dentro
Ao mesmo tempo em que, por fora,
O envolve a brisa mansa
E é um fio discreto de água salgada
Que lhe escorre pelo rosto moço
Tão moço...!
Mais um que se afoga na própria alma
E, na própria calma, não se denuncia.