Arquivo

2017

[07/08] Sobre "Sombra" e outras novidades
[30/07] Expectativas aladas
[22/07] Indecifro-me num pranto inútil
[18/07] Dos domínios oníricos
[27/06] No meio do caminho
[04/06] Because winter is coming
[31/05] Perdido
[17/04] Átimos
[09/04] Autômota
[19/03] Núcleo familiar
[12/03] Jornada
[05/03] Autoria
[28/02] Julho
[15/01] Fantasista

2016

[15/12] Depois do depois
[04/12] Eterno fracasso
[21/11] Canções de mudez
[12/11] De praxe
[23/10] Subconscientemente
[17/10] Ponteiros de hora, ponteiros de norte
[09/10] Narcisa
[02/10] Perecedouro
[25/09] Indulgências minhas
[15/09] Passos... passados.
[09/09] Rápida e enfadonha existência, póstuma insignificância
[04/09] Véu
[25/08] De cheia
[14/08] Inversão
[11/08] A rifa
[08/08] Calvário
[04/08] Toca
[23/07] Molecagem
[18/07] Residual
[10/07] Sagrado
[06/07] Poema amanhecido
[30/06] Gravidade celeste
[25/06] Absurdamente
[12/06] Iminente segunda-feira
[05/06] Aridez
[29/05] Fatos
[24/05] Rotações
[21/05] Contra a convenção
[18/05] Lástima
[15/05] Através
[27/04] Onírico zelo
[17/04] Uma história
[03/04] Pia nada pia
[27/03] Um sapato só
[20/03] Dia após dia, saciemo-nos
[13/03] Embaraço
[06/03] Pequenina
[28/02] Inútil faxina
[21/02] Espelho já sem uso
[14/02] Ápice
[29/01] Das dores
[26/01] Santa espera
[21/01] Até o fim
[19/01] Espetáculo
[13/01] Reação
[09/01] Sobressalto
[06/01] Amplidão
[04/01] Sentença

2015

[28/12] Talvez e só talvez
[25/12] Desobediência
[19/12] Vã tentativa
[15/12] Arame farpado
[11/12] Travessia
[09/12] Reciprocidade
[05/12] Das minhas frustrações
[01/12] Luzes natalinas
[27/11] Temperos e tempos
[24/11] Filhas-lembrança
[22/11] Cerol
[18/11] Nuvem de chuva
[14/11] Metamorfoses, metamorfases
[11/11] O banco ao lado
[06/11] Encontro
[02/11] Luto solitário
[27/10] Quem ama e sonha
[22/10] São Longuinho
[18/10] Caos interior
[13/10] Traição
[05/10] Depois do trabalho
[21/09] Interno e, por hoje, eterno
[16/09] Vestígios meus
[12/09] Poesia banal
[01/09] O Estado melancólico
[27/08] Ah, meu amor...
[21/08] Infinit(ec)amente
[17/08] Quase sem espaço
[09/08] Curta vida
[06/08] Holofote
[29/07] O Mala-Man
[20/07] A sombra das minhas asas
[17/07] Um tal de Jânio Não Sei das Quantas
[12/07] Necessário desassossego
[03/07] Viagem noturna
[29/06] Uma cruz na beira da estrada
[21/06] O silêncio é sábio
[16/06] Coisas da nossa cabeça
[12/06] Eterna eternidade eterna
[07/06] Meio segundo
[13/05] Tantos segredos
[08/05] Por meio da fechadura
[01/05] Romantismo desmesurado de mais um coração encalhado
[26/04] A abstração da casa e o concreto da loucura
[21/04] Todo este clichê que me compõe
[13/04] Chapéu de palha (Fazenda Geada Branda, abril de 1949)
[29/03] O olhar que nunca encontrava o meu
[19/03] Sobre estes parênteses
[05/03] A pergunta e a resposta
[22/02] Até se perder em pensamentos
[09/02] Na harmonia de um quase tédio
[29/01] Ela, ele e eu
[17/01] Meu mistério e minha poesia
[04/01] O que me prende a você

2014
[29/05] Conclusões

2013

[25/11] Ao vento

2012

[02/05] Neste momento


Obs: da lista acima, Perdido, conto datado de 31 de maio de 2017, é a primeira publicação daqui. As postagens anteriores foram selecionadas e trazidas de meu antigo blog, O Único Jeito — primordialmente nomeado Jeito Único e cuja "duração bloguística" foi de 5 anos.