Contos de descômodo


Quero entender meus olhos
— eu mesma não os desvendo!
Diante do espelho, encaram-me
e não vejo o que estão vendo.

Poema "Tantos segredos", de autoria minha.


Folclore, fantasia, paranormalidades. O encantamento por tudo o que foge ao cotidiano e não se explica. A natureza. A insanidade. Traumas e opressões. O universo onírico. Cidades mineiras ficcionais. 

Todos esses ingredientes, em maior ou menor medida, entraram no preparo dos meus Contos de descômodo. O próprio “descômodo”, que é para mim como que um gênero, surgiu dessa mistura. Mistura essa, ainda, que é a que me constitui enquanto escritora.

Escrever, grande parte das vezes, é partir de um descômodo para causar outro.

A coletânea Contos de descômodo, escrita por mim, com design do Washington Albuquerque e publicada pela Editora Coverge, surgiu de um convite lindo e começou a ser idealizada ao início do ano passado. Os contos que estão nela englobam seis anos de escrita: de 2014 a 2020. São todos bem rápidos de se ler – contos de bolso, como o próprio livro em sua versão física. Dentre as páginas, também há alguns poemas e fotografias em P&B ligando as temáticas dos enredos; eis minha tapeçaria do descômodo.

Se você gosta do conteúdo que produzo por aqui, considere adquirir os Contos de descômodo! É uma forma de me apoiar que contribui muito para minha escrita 



Saiba mais sobre os Contos de descômodo aqui:


Formulário de contato (para a página de contato, não remover)